Notas sobre os catecismos em línguas vernáculas das colônias portuguesas (séculos XVI-XVII)

Verfasser / Beitragende:
[Maria Cândida Drumond Mendes Barros]
Ort, Verlag, Jahr:
2003
Enthalten in:
Iberoromania, 57/1(2003-03-16), 27-63
Format:
Artikel (online)
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520 3 |a O trabalho tem como objetivo fazer um levantamento e uma caracterização histórica dos catecismos impressos em línguas vernáculas das colônias portuguesas entre os séculos XVI e XVII, procurando identificar o parentesco ideológico dessas obras com outras congêneres usadas em Portugal. A caracterização histórica se deu através da identificação: a) dos autores de catecismos na Europa que serviram de modelo para as colônias; b) das instituições responsáveis pela produção dos catecismos e c) das situações de diálogo e dos cerimoniais propostos nos catecismos. Especial atenção foi dirigida à obra "Doutrina cristã” dos jesuítas Marcos Jorge e Inácio Martins (1o edição 1566). Este catecismo foi o que teve mais traduções e adaptações no mundo colonial português. Ele recebeu edições em tamul (1579), japonês (1592), konkani (1622) e kikongo (1624 e 1650). O catecismo dos jesuítas Marcos Jorge e Inácio Martins será tomado como paradigma da doutrina cristã jesuítica em Portugal e nas colônias. Será analisado o caso específico da trajetória do catecismo tupi antes e depois da tradução de Marcos Jorge. O trabalho levanta a hipótese de que a difusão do catecismo de Marcos Jorge no mundo colonial foi uma forma de disciplinarização da evangelização aos moldes do Concílio de Trento. Esta hipótese será apresentada através da comparação de dois momentos da difusão do catecismo tupi no século XVI. 
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