Variation in Guiana dolphin ( Sotalia guianensis ) whistles: using a broadband recording system to analyze acoustic parameters in three areas of southeastern Brazil

Verfasser / Beitragende:
[Luciana de Andrade, Isabela Lima, Halerson da Silva Macedo, Rafael de Carvalho, José Lailson-Brito Jr., Leonardo Flach, Alexandre de Freitas Azevedo]
Ort, Verlag, Jahr:
2015
Enthalten in:
acta ethologica, 18/1(2015-02-01), 47-57
Format:
Artikel (online)
ID: 605462364
LEADER caa a22 4500
001 605462364
003 CHVBK
005 20210128100248.0
007 cr unu---uuuuu
008 210128e20150201xx s 000 0 eng
024 7 0 |a 10.1007/s10211-014-0183-7  |2 doi 
035 |a (NATIONALLICENCE)springer-10.1007/s10211-014-0183-7 
245 0 0 |a Variation in Guiana dolphin ( Sotalia guianensis ) whistles: using a broadband recording system to analyze acoustic parameters in three areas of southeastern Brazil  |h [Elektronische Daten]  |c [Luciana de Andrade, Isabela Lima, Halerson da Silva Macedo, Rafael de Carvalho, José Lailson-Brito Jr., Leonardo Flach, Alexandre de Freitas Azevedo] 
520 3 |a The Guiana dolphin produces a variable whistle repertoire related to different social contexts. The current study evaluates Guiana dolphin whistles at a microscale. Acoustic parameters of whistles were compared between three areas in southeastern Brazil using a recording system with sampling rate of 96kHz. Previous studies that utilized a sampling rate of 48kHz reported little variation between adjacent areas in Brazil. Nine acoustic parameters of the whistles (duration, start, end, minimum and maximum frequencies, delta frequency, frequency at 1/4, 1/2, and 3/4 of duration) were measured and whistles were classified into five contour forms. A total of 659 whistles were analyzed, of which 62.20% showed an ascending contour form. The Guiana dolphin emitted whistles with a fundamental frequency reaching 44.9kHz. Dolphin whistles from the three study areas varied significantly in nine acoustic parameters. The whistle duration was shorter (272.44 ± 105.25ms) in Guanabara Bay than those in Sepetiba (360.05 ± 135.16ms) and Paraty Bays (376.80 ± 159.78ms). The start and minimum frequencies of the whistles in Guanabara Bay was significantly higher than those in Sepetiba and Paraty Bays. The results of discriminant function analysis indicated a significant difference between Guanabara Bay and the other two areas. Comparisons of the ascending, descending-ascending, and multi whistles between areas showed differences in some acoustic parameters. In this study, by doubling the sampling rate in our recording systems, we were able to more accurately sample the whistle repertoire of Guiana dolphins in southeastern Brazil, and thereby detect differences in whistles between neighboring populations. 
540 |a Springer-Verlag Berlin Heidelberg and ISPA, 2014 
690 7 |a Sotalia guianensis  |2 nationallicence 
690 7 |a Whistles  |2 nationallicence 
690 7 |a Microscale variation  |2 nationallicence 
690 7 |a Bioacoustic  |2 nationallicence 
700 1 |a de Andrade  |D Luciana  |u Pós-Graduação em Ecologia e Evolução (PPGEE), Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rua São Francisco Xavier 524, Maracanã, 20550-013, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil  |4 aut 
700 1 |a Lima  |D Isabela  |u Faculdade de Oceanografia (FAOC), Laboratório de Mamíferos Aquáticos e Bioindicadores (MAQUA), Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rua São Francisco Xavier 524, Maracanã, 20550-013, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil  |4 aut 
700 1 |a da Silva Macedo  |D Halerson  |u Faculdade de Oceanografia (FAOC), Laboratório de Mamíferos Aquáticos e Bioindicadores (MAQUA), Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rua São Francisco Xavier 524, Maracanã, 20550-013, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil  |4 aut 
700 1 |a de Carvalho  |D Rafael  |u Faculdade de Oceanografia (FAOC), Laboratório de Mamíferos Aquáticos e Bioindicadores (MAQUA), Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rua São Francisco Xavier 524, Maracanã, 20550-013, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil  |4 aut 
700 1 |a Lailson-Brito Jr.  |D José  |u Pós-Graduação em Ecologia e Evolução (PPGEE), Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rua São Francisco Xavier 524, Maracanã, 20550-013, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil  |4 aut 
700 1 |a Flach  |D Leonardo  |u Instituto Boto Cinza, Rua Santa Terezinha 531, 23860-000, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil  |4 aut 
700 1 |a de Freitas Azevedo  |D Alexandre  |u Pós-Graduação em Ecologia e Evolução (PPGEE), Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rua São Francisco Xavier 524, Maracanã, 20550-013, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil  |4 aut 
773 0 |t acta ethologica  |d Springer Berlin Heidelberg  |g 18/1(2015-02-01), 47-57  |x 0873-9749  |q 18:1<47  |1 2015  |2 18  |o 10211 
856 4 0 |u https://doi.org/10.1007/s10211-014-0183-7  |q text/html  |z Onlinezugriff via DOI 
898 |a BK010053  |b XK010053  |c XK010000 
900 7 |a Metadata rights reserved  |b Springer special CC-BY-NC licence  |2 nationallicence 
908 |D 1  |a research-article  |2 jats 
949 |B NATIONALLICENCE  |F NATIONALLICENCE  |b NL-springer 
950 |B NATIONALLICENCE  |P 856  |E 40  |u https://doi.org/10.1007/s10211-014-0183-7  |q text/html  |z Onlinezugriff via DOI 
950 |B NATIONALLICENCE  |P 700  |E 1-  |a de Andrade  |D Luciana  |u Pós-Graduação em Ecologia e Evolução (PPGEE), Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rua São Francisco Xavier 524, Maracanã, 20550-013, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil  |4 aut 
950 |B NATIONALLICENCE  |P 700  |E 1-  |a Lima  |D Isabela  |u Faculdade de Oceanografia (FAOC), Laboratório de Mamíferos Aquáticos e Bioindicadores (MAQUA), Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rua São Francisco Xavier 524, Maracanã, 20550-013, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil  |4 aut 
950 |B NATIONALLICENCE  |P 700  |E 1-  |a da Silva Macedo  |D Halerson  |u Faculdade de Oceanografia (FAOC), Laboratório de Mamíferos Aquáticos e Bioindicadores (MAQUA), Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rua São Francisco Xavier 524, Maracanã, 20550-013, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil  |4 aut 
950 |B NATIONALLICENCE  |P 700  |E 1-  |a de Carvalho  |D Rafael  |u Faculdade de Oceanografia (FAOC), Laboratório de Mamíferos Aquáticos e Bioindicadores (MAQUA), Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rua São Francisco Xavier 524, Maracanã, 20550-013, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil  |4 aut 
950 |B NATIONALLICENCE  |P 700  |E 1-  |a Lailson-Brito Jr  |D José  |u Pós-Graduação em Ecologia e Evolução (PPGEE), Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rua São Francisco Xavier 524, Maracanã, 20550-013, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil  |4 aut 
950 |B NATIONALLICENCE  |P 700  |E 1-  |a Flach  |D Leonardo  |u Instituto Boto Cinza, Rua Santa Terezinha 531, 23860-000, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil  |4 aut 
950 |B NATIONALLICENCE  |P 700  |E 1-  |a de Freitas Azevedo  |D Alexandre  |u Pós-Graduação em Ecologia e Evolução (PPGEE), Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rua São Francisco Xavier 524, Maracanã, 20550-013, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil  |4 aut 
950 |B NATIONALLICENCE  |P 773  |E 0-  |t acta ethologica  |d Springer Berlin Heidelberg  |g 18/1(2015-02-01), 47-57  |x 0873-9749  |q 18:1<47  |1 2015  |2 18  |o 10211